Há beleza na dor. Há flores surgindo na dor.
Há liberdade na dor se a gente se permite vivê-la e deixá-la ir.
Liberdade é um pássaro lindo buscando morada.
Eu sou pássaro. E o céu... É imenso!
Onde o encontro das coisas pode dar em outras coisas, pois aqui nem sempre o rio corre pra baixo...
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Das flores no asfalto…
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Pensamento solto
Descobri que me apaixono por todo mundo que se apaixona!
Isso explica pelo menos uns 20 dos meus 26 anos…
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Os pássaros!
quinta-feira, 7 de março de 2013
Milhares de coisas a dizer!
Milhares de coisas a dizer!
Esse ai em cima é o título. Título de algo que eu nem sei o que é. Mas é o título!Ando passando por várias coisas... Passando é a melhor palavra pra descrever. Me sinto atravessando algo. Ando por sobre uma ponte - e, não sei se vocês sabem mas, desde pequena tenho muito medo de pontes, quando eu era criança e tinha que passar sobre uma ponte eu abria o berreiro, chorava e ás vezes chegava a travar - ficava completamente estática, não ia nem pra frente nem pra trás, até que alguém me tirasse do lugar, simplesmente não conseguia entender como aquela estrutura permaneceria firme - já que pra mim é como se ela estivesse flutuando, só segura por dois pontos fixados, era como mágica, uma mágica que eu não entendia e que me apavorava.
E hoje me vejo numa ponte - o que ás vezes me causa profundo medo e outras vezes, já que alguns medos foram superados, me impulsiona a seguir em frente. Acho que os medos nem foram superados, foram só absorvidos... Sei que tenho medo e sei que pra sair da ponte não posso parar, é preciso caminhar até o outro lado. Medos! Temores! O desconhecido! Aquilo que não se sabe como se mantém em pé... Enfim, milhares de coisas! Casamento. Dinheiro (ou melhor, a falta dele). Problemas famíliares! Crises criativas e de profissão! Ser ou não ser! Enfim, tantas coisas...
Volta a escrever! Depois de quase um ano... Volto!
terça-feira, 15 de maio de 2012
Aperta e segura
Porque todo mundo afrouxa a mão quando a corda aperta?
Eu to precisando de pessoas que segurem minha mão com maior intensidade do que a da corda!
Aperta bem e não solta!
Se você não soltar, eu não solto!
Se soltar a mão e segurar a corda, eu acordo e uso a mão solta pra me despedir...
Então segura! Aperta e segura!
(Gislaine Pereira)
Eu to precisando de pessoas que segurem minha mão com maior intensidade do que a da corda!
Aperta bem e não solta!
Se você não soltar, eu não solto!
Se soltar a mão e segurar a corda, eu acordo e uso a mão solta pra me despedir...
Então segura! Aperta e segura!
(Gislaine Pereira)
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Ser paradoxo
Já sentiu vontade de gritar e ficar em silêncio ao mesmo tempo?
Tenho estado assim.
A vontade de ser visto e percebida, sentida, ser tida... E também a vontade de passar incolune.
Está ai uma coisa que tenho percebido me incomodar: passar incolune!
Passei anos pensando que era disso que eu realmente gostava. Hoje percebo que detesto. Se não sou vista me irrito profundamente. Principalmente quando não sou vista direito, quando me olham e não me enchergam de verdade. Fico querendo explodir (os outros).
Dái me explodo a falar ou a chorar.
Sinto falta de exercitar o silêncio e meu auto entendimento.
Eu tenho me esquecido de mim e assim deixado de ver a todos. Engraçado, se não consigo me ver inteiramente, integralmente, também não consigo ver o resto do mundo.
É como se tudo se tornasse superficial. Se ninguém mergulha em mim, eu não mergulho em ninguém!
Em um desses dias de complexidade diante do espelho, que me mostrava uma imagem que não me dizia nada em absoluto, resolvi parar, olhar pra mim... E só pra mim!
E eis a surpresa: passei a ver os jardins e borboletas que me rodeiam.
Nenhuma grama é mais verde que a minha. São todas verdes e ponto! Mas o meu jardim é só meu e de mais ninguém. Quem deve regá-lo e adubá-lo sou eu e mais ninguém.
Cansei de tentar fazer sentido, agora quero só ser sentida!
Ou olha ou cai fora. Sem peso. Eu quero me ver e ser vista. Eu quero entrar em mim, pra depois, quem sabe, voltar a ver o mundo dos outros.
Andei abrindo mão de muitas coisas, inclusive da minha individualidade. E aprendi! Ou eu olho pra mim, ou ninguém mais olha.
Primeiro se conjuga o sujeito "eu", depois é que vem "tú". Eu tava misturando tudo já, era muito nó pra pouco eu.
E que não faça sentido algum... Se eu sentir já estou realizada. Minhas realizações agora serão essas: "eu em mim! Mim me eu!" Porque um é só o oposto do outro, e sendo oposto já está ligado!
Viverei agora sendo o paradoxo de mim mesma! E assim serei completa! Contraditória! Composta! Inacabada e inteiramente eu!
Leu (meu eu)?
(Gislaine Pereira)
Tenho estado assim.
A vontade de ser visto e percebida, sentida, ser tida... E também a vontade de passar incolune.
Está ai uma coisa que tenho percebido me incomodar: passar incolune!
Passei anos pensando que era disso que eu realmente gostava. Hoje percebo que detesto. Se não sou vista me irrito profundamente. Principalmente quando não sou vista direito, quando me olham e não me enchergam de verdade. Fico querendo explodir (os outros).
Dái me explodo a falar ou a chorar.
Sinto falta de exercitar o silêncio e meu auto entendimento.
Eu tenho me esquecido de mim e assim deixado de ver a todos. Engraçado, se não consigo me ver inteiramente, integralmente, também não consigo ver o resto do mundo.
É como se tudo se tornasse superficial. Se ninguém mergulha em mim, eu não mergulho em ninguém!
Em um desses dias de complexidade diante do espelho, que me mostrava uma imagem que não me dizia nada em absoluto, resolvi parar, olhar pra mim... E só pra mim!
E eis a surpresa: passei a ver os jardins e borboletas que me rodeiam.
Nenhuma grama é mais verde que a minha. São todas verdes e ponto! Mas o meu jardim é só meu e de mais ninguém. Quem deve regá-lo e adubá-lo sou eu e mais ninguém.
Cansei de tentar fazer sentido, agora quero só ser sentida!
Ou olha ou cai fora. Sem peso. Eu quero me ver e ser vista. Eu quero entrar em mim, pra depois, quem sabe, voltar a ver o mundo dos outros.
Andei abrindo mão de muitas coisas, inclusive da minha individualidade. E aprendi! Ou eu olho pra mim, ou ninguém mais olha.
Primeiro se conjuga o sujeito "eu", depois é que vem "tú". Eu tava misturando tudo já, era muito nó pra pouco eu.
E que não faça sentido algum... Se eu sentir já estou realizada. Minhas realizações agora serão essas: "eu em mim! Mim me eu!" Porque um é só o oposto do outro, e sendo oposto já está ligado!
Viverei agora sendo o paradoxo de mim mesma! E assim serei completa! Contraditória! Composta! Inacabada e inteiramente eu!
Leu (meu eu)?
(Gislaine Pereira)
sexta-feira, 13 de abril de 2012
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