segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Das mãos, dos caminhos, dos trilhos que trilho

Eu conheço os sintomas, conheço essa trilha, sem bem onde vai dar
Paro e penso: vou por ai? Quero ir mesmo por ai?
E sei que não conheço "esse" caminho... um caminho nunca é igual ao outro
Mas esse pode ser assombrado
Me lembra muito outro caminho que não valeu a pena, já que escondia milhares de pedras
Eu fico meio perdida... uma mão estendida, outra mão que puxa a minha e a morde
Eu nem sei qual quero ou se quero alguma
E acho que sei... mas nem todo mundo vai gostar da escolha...
E eu? Do que gosto? E esses caminhos? Pra onde vão me levar?
A verdade, mais que verdadeira, é que eu não queria andar... queria permanecer.
Pegue minhas mãos e fiquemos bem aqui, enquanto o tempo passa por nós...
Eu ainda queria ler mentes...  enquanto o relógio marca o tempo passando.
A verdade é que no fundo, você sempre sabe a coisa certa a fazer. 
A parte difícil é fazê-la.

Então, no final, sou só eu e o blog novamente...

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