domingo, 2 de maio de 2010

Trem das... que horas mesmo?

Mãos se encontram em meio a toda palhaçada.

E a manhã segue... a vida segue
Todos seguem?
Não mais.

O trem se aproxima e eu digo que vou.
-Não vai, não.
-Eu vou.
-Tá bom, vai.
-Não vou... to só fazendo doce.

E... o trem vai... e eu nem vi ele indo.

Hum... cheiro de chocolate, desodorante de chocolate.

E nem tem graça falar aqui o que eu queria dizer, você vai ler! 
(Tem coisa que agente não quer dizer, alias até quer. Mas quer primeiro dizer-se. Se dizer.)

E tudo treme - movimento involuntário em um ato voluntariosamente voluntário... vai entender...

Outro trem vem e eu vou, mesmo querendo não ter visto esse chegar.



Não consigo ler o livro da bolsa - Monsieur Poirot que espere.

Passa um tempo o telefone toca - engraçadinho!

Chego em casa... quanta coisa pra fazer. 
Tem dias em que o dia tinha que parar pra gente poder ficar só ali, 
sem ter que fazer mais nada...

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